O email a seguir foi enviado a comunidade eachiana em maio de 2008:
Caros Professores e Alunos,
a pedido do Prof. Mauro Leonel encaminho a mensagem abaixo
Andrea Pedroso
Prezado Prof.Dr.Mauro Leonel Jr.
O apartamento em que você morava, à rua Jaguaribe, antes de partir para a Europa, foi alugado dias depois ao Sr. José Roberto Menegatti de Almeida, primo de um colega meu. Ele, no mesmo dia em que entrou no apartamento, recebeu a visita da polícia, foi preso e torturado e,enfim, solto ao saber que não tinha nenhum envolvimento com você. Na seqüência, em razão das torturas, foi hospitalizado por não poder segurar qualquer alimento no estômago. Teve de ser operado por algo que na época era conhecido como "nó nas tripas".
Prof. Dr. Luiz Octávio de Lima Camargo
EACH-USP
Prezados colegas, queridos estudantes da EACH,
(ver acima, o documento e a informação, sobre o que ocorreu com meu partamento, enviada a mim por parte de um grande colega da EACH, que foi meu colega e amigo nos estudos secundários, em um colégio de padres, onde estudamos grego e latim, com o atual diretor da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, Prof. Tit Grandino Rodas)Nesta quarta-feira, 7/5 serei anistiado e indenizado, pela Comissão de Anistia, do Ministério da Justiça, às 9 hs, por perseguição injustificada e continuada, realizada pela ditadura militar durante minha juventude, por danos morais e profissionais graves. Os serviços de segurança do regime golpista, ilegítimo e anti-democrático, que derrubou o governo João Goulart, em 1964, anulando por decreto a Constituinte de 1946, trouxe mais de duas décadas de obscuridade à nossa sociedade e cassou 63 dos professores da USP, os mais brilhantes intelectuais do país, como Florestan Fernandes, como exemplo, aqui lembrado. Com isto a USP perdeu o cerne de sua retransmissão de cultura acadêmica, abrindo espaço a posturas contrárias ao conhecimento, permitindo a ocupação de postos por gente despreparada, com mentalidades empresariais, e contrárias ao espírito e à letra da missão das Universidades Públicas Paulistas.
Fecharam e censuraram a imprensa, dissolveram o congresso nacional, passaram a censurar as artes e estabeleceram a tirania absoluta e a corrupção desavergonhada de seu alto estamento técnico-burocrático-militar.
Fui perseguido por ter sido eleito co-presidente da Comissão Paritária, com o Emérito Antônio Cândido de Mello e Souza, tendo como vice o representante dos Profs. Assistentes, Douglas Monteiro (+ in memoriam), para preparar o projeto de reforma da USP.
Este projeto, finalmente aceito pelo governador Abreu Sodré, em 1968, foi o que preparou e obteve a autonomia universitária para as Universidades Públicas Paulistas, incluindo a autonomia financeira, através de um percentual da arrecadação (conquista preservada até
hoje) e da proibição da presença de polícia no Campus sem solicitação das autoridades acadêmicas, dentre outras reformas, como a extinção da cátedra vitalícia.
Perseguido ainda por ter sido eleito presidente do Centro Acadêmico Cruz Costa, do Curso de Filosofia da FFLCH; por ter co-coordenado a invasão do edifício da USP na Rua Maria Antônia; por ter sido eleito co-chefe do Curso de Filosofia da USP, o único que chegou a funcionar paritariamente; posição que já não defendo.
Durante a ocupação de seis meses da Rua Maria Maria Antônia, que levou à prisão do eminente geólogo Bernardino Figueiredo, hoje na UNICAMP, após prisão e exílio, a quem substitui com um grupo de colegas.
Bernardino era o presidente do Grêmio dos Estudantes da Faculdade de Filosofia, Ciências, Letras e História da USP em 1968. A infiltração policial e de grupos facistas no Mackenzie levou à morte de um secundarista que nos apoiava, por um tiro que saiu daquela Universidade Presbiteriana, contra a FFLCH na Maria Antonia.
Durante a ocupação realizamos cursos interdisciplinares, pioneiros na Universidade Pública Brasileira. Ao ponto em que o Prof. Emérito da USP, e Honorário do IEA/USP, Instituto de Estudos Avançados, de que é co-fundador, o historiador Carlos Guilherme Mota, escreveu recentemente um artigo, sobre os 40 anos de 68, mostrando como
determinados períodos conturbados da História, podem (não obrigatoriamente), serem altamente produtivos à ciência e ao conhecimento.
Perseguido fui também porque, com a prisão dos líderes estudantis estaduais, como Bernardino, Zé Dirceu, Travassos e do carioca Wladimir Palmeira, terminei por representar os estudantes em um debate no então famoso programa Pinga-Fogo/TV TUPI - hoje Globo -, com o Ministro da Educação, senador Tarso Dutra (RGS) onde nos afrontamos sobre os acordos com a agência norte-americana USAID - United Agency for International Developpement, que conduzia à privatização do ensino no Brasil. Presentes ainda a Emérita Historiadora da USP, e de Yale, Emília Viotti e representando os pós-graduandos, a então doutoranda em sociologia na USP, Vânia Santana, esposa de Gianfrancesco Guarnieri.
Perseguido também por ter promovido uma invasão da PUC/SP, - onde simultaneamente estudava direito, e filosofia na USP - contra dois professores, o de Direito Romano e o de Economia Política, que procuravam impor a religião aos estudantes, quando a Lei obrigava as Universidades ao ensino laico.
Perseguido ainda porque, como jornalista da Folha de São Paulo, e depois do Jornal do Brasil, publiquei várias reportagens e artigos contrários ao regime e porque fui eleito com Narciso Karlile e Rui Falcão, de tendências diferentes, como representantes dos jornalistas nas oposições sindicais, que reuniam mais de 50 entidades e profissões, o que terminou por nos envolver nas greves de Osasco, com José Ibrahim, e nas do ABC, com Derly Carvalho e seus irmãos, então presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, tendo ambos igualmente sido presos e cassados.
Perseguido ainda porque apoiamos a resistência pelo restabelecimento da democracia, pregando a unidade de todas as tendências e crenças. Porque era do grupo de teatro Arena 2, alunos de Dina Sfatt, Paulo José, Guarnieri, Lima Duarte, Marília Medaglia, Isaias Almada, montavamos peças de oposição, à semelhança de Arena Canta Zumbi, de Guarnieri e as de Augusto Boal e Plínio Marcos.
Perseguido ainda porque, quando da prisão dos principais líderes estudantis no Congresso de Ibiuna, fui o único orador da manifestação da Praça da República, com foto na primeira página do jornal Diário da Noite, violentamente reprimida. No dia seguinte a polícia invadiu o Jornal do Brasil à minha procura, prendeu cinco de meus colegas e
perdi o emprego. Tentaram me prender no edífício da História e Geografia, na invasão policial do Crusp, na PUC, na Praça da República, prendendo um familiar menor encapuzado, seguindo minhas irmãs, torturando meus amigos e namorada. Inviabilizaram assim minha vida pessoal, civil, profissional e acadêmica.
Eis o que a República é hora obrigada a restituir, por dispositivo Constitucional.
Perseguido ainda porque, enquanto secundarista no interior, em Itapetininga, promoviamos palestras, um programa de rádio (Meia hora do estudante), a peça de minha autoria Cacos Catados ao Acaso e numerosas palestras com convidados da oposição ao regime militar,
através do Grêmio Estudantil Fernando Prestes de Albuquerque e do Centro Cutural de Itapetininga, que reunia todas as correntes, comunistas, nacionalistas, católicos da teologia da libertação, socialistas, democratas, alguns maçons, protestantes de obediências
européias não evangélicos, etc. Porque promovemos a passeata do silêncio quando da morte de um estudante de medicina no Rio de Janeiro no Restaurante Universitário Calabouço.
Pretendo utilizar esta indenização, até o final da minha vida, para fins socioculturais, socioambientais e priorizando a criação de maior igualdade de oportunidades, pela liberdade, "garantindo a palavra ao que pensa diferente", como diriam Rosa de Luxemburgo e Stuart Mill.
Minha prioridade será a EACH USP Leste, o PROLAM, que será a primeira pós da EACH, e trabalhar ainda numa outra pós, com o título provisório de Sociedade e Natureza e Políticas Públicas. Procurarei viajar à Europa, onde passei 11 anos e meio exilado, e aos EUA, onde estive várias vezes como consultor do Banco Mundial e do PNUD em países
latino-americanos Latina, viajar pela América Latina, promovendo convênios da EACH/PROLAM para facilitar intercâmbio aos nossos alunos.
E trabalhar para o fortalecimento dos dois grupos de pesquisa a que estou ligado (portas abertas a todos os docentes e alunos interessados), o IAMÁ - Instituto de Antropologia e Meio Ambiente 1987-08 - comemorando 22 anos, coordenado pela Dra Miriam Lazarotti, advogada e o PPSE Processos Político Sociais e Exclusão, comemorando doze anos de existência, atualmente em cooperação entre a EACH e a UNESP/FFC, com projetos de pesquisa e de serviços à sociedade.
Estou preparando com um grupo de estudantes textos para o Forum Social Mundial sobre a Água e a Biossociodiversidade, ver meu artigo no scielo.
Estou aberto a orientar como tutor, em IC, TCC, Acesso ao Mestrado, Mestrado, Acesso ao Doutorado e Doutorado.
abs a tod@s,
ps: espero que minha geração tenha deixado um grande legado às novas gerações. Perdi 31 amigos pessoais sobre tortura, dentre centenas de mortos e milhares de torturados e exilados, uma amiga morta enlouquecida, outra com olhos e boca arrancadas, outra com rato na vagina.
Que isto nunca mais se repita entre nós, é nossa meta em direitos humanos, combinando-se com a luta principal, contra a miséria, a ser superada através da liberdade.
Mauro Leonel
Prof. Dr. Luiz Octávio de Lima Camargo
EACH-USP
Prezados colegas, queridos estudantes da EACH,
(ver acima, o documento e a informação, sobre o que ocorreu com meu partamento, enviada a mim por parte de um grande colega da EACH, que foi meu colega e amigo nos estudos secundários, em um colégio de padres, onde estudamos grego e latim, com o atual diretor da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, Prof. Tit Grandino Rodas)Nesta quarta-feira, 7/5 serei anistiado e indenizado, pela Comissão de Anistia, do Ministério da Justiça, às 9 hs, por perseguição injustificada e continuada, realizada pela ditadura militar durante minha juventude, por danos morais e profissionais graves. Os serviços de segurança do regime golpista, ilegítimo e anti-democrático, que derrubou o governo João Goulart, em 1964, anulando por decreto a Constituinte de 1946, trouxe mais de duas décadas de obscuridade à nossa sociedade e cassou 63 dos professores da USP, os mais brilhantes intelectuais do país, como Florestan Fernandes, como exemplo, aqui lembrado. Com isto a USP perdeu o cerne de sua retransmissão de cultura acadêmica, abrindo espaço a posturas contrárias ao conhecimento, permitindo a ocupação de postos por gente despreparada, com mentalidades empresariais, e contrárias ao espírito e à letra da missão das Universidades Públicas Paulistas.
Fecharam e censuraram a imprensa, dissolveram o congresso nacional, passaram a censurar as artes e estabeleceram a tirania absoluta e a corrupção desavergonhada de seu alto estamento técnico-burocrático-militar.
Fui perseguido por ter sido eleito co-presidente da Comissão Paritária, com o Emérito Antônio Cândido de Mello e Souza, tendo como vice o representante dos Profs. Assistentes, Douglas Monteiro (+ in memoriam), para preparar o projeto de reforma da USP.
Este projeto, finalmente aceito pelo governador Abreu Sodré, em 1968, foi o que preparou e obteve a autonomia universitária para as Universidades Públicas Paulistas, incluindo a autonomia financeira, através de um percentual da arrecadação (conquista preservada até
hoje) e da proibição da presença de polícia no Campus sem solicitação das autoridades acadêmicas, dentre outras reformas, como a extinção da cátedra vitalícia.
Perseguido ainda por ter sido eleito presidente do Centro Acadêmico Cruz Costa, do Curso de Filosofia da FFLCH; por ter co-coordenado a invasão do edifício da USP na Rua Maria Antônia; por ter sido eleito co-chefe do Curso de Filosofia da USP, o único que chegou a funcionar paritariamente; posição que já não defendo.
Durante a ocupação de seis meses da Rua Maria Maria Antônia, que levou à prisão do eminente geólogo Bernardino Figueiredo, hoje na UNICAMP, após prisão e exílio, a quem substitui com um grupo de colegas.
Bernardino era o presidente do Grêmio dos Estudantes da Faculdade de Filosofia, Ciências, Letras e História da USP em 1968. A infiltração policial e de grupos facistas no Mackenzie levou à morte de um secundarista que nos apoiava, por um tiro que saiu daquela Universidade Presbiteriana, contra a FFLCH na Maria Antonia.
Durante a ocupação realizamos cursos interdisciplinares, pioneiros na Universidade Pública Brasileira. Ao ponto em que o Prof. Emérito da USP, e Honorário do IEA/USP, Instituto de Estudos Avançados, de que é co-fundador, o historiador Carlos Guilherme Mota, escreveu recentemente um artigo, sobre os 40 anos de 68, mostrando como
determinados períodos conturbados da História, podem (não obrigatoriamente), serem altamente produtivos à ciência e ao conhecimento.
Perseguido fui também porque, com a prisão dos líderes estudantis estaduais, como Bernardino, Zé Dirceu, Travassos e do carioca Wladimir Palmeira, terminei por representar os estudantes em um debate no então famoso programa Pinga-Fogo/TV TUPI - hoje Globo -, com o Ministro da Educação, senador Tarso Dutra (RGS) onde nos afrontamos sobre os acordos com a agência norte-americana USAID - United Agency for International Developpement, que conduzia à privatização do ensino no Brasil. Presentes ainda a Emérita Historiadora da USP, e de Yale, Emília Viotti e representando os pós-graduandos, a então doutoranda em sociologia na USP, Vânia Santana, esposa de Gianfrancesco Guarnieri.
Perseguido também por ter promovido uma invasão da PUC/SP, - onde simultaneamente estudava direito, e filosofia na USP - contra dois professores, o de Direito Romano e o de Economia Política, que procuravam impor a religião aos estudantes, quando a Lei obrigava as Universidades ao ensino laico.
Perseguido ainda porque, como jornalista da Folha de São Paulo, e depois do Jornal do Brasil, publiquei várias reportagens e artigos contrários ao regime e porque fui eleito com Narciso Karlile e Rui Falcão, de tendências diferentes, como representantes dos jornalistas nas oposições sindicais, que reuniam mais de 50 entidades e profissões, o que terminou por nos envolver nas greves de Osasco, com José Ibrahim, e nas do ABC, com Derly Carvalho e seus irmãos, então presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo, tendo ambos igualmente sido presos e cassados.
Perseguido ainda porque apoiamos a resistência pelo restabelecimento da democracia, pregando a unidade de todas as tendências e crenças. Porque era do grupo de teatro Arena 2, alunos de Dina Sfatt, Paulo José, Guarnieri, Lima Duarte, Marília Medaglia, Isaias Almada, montavamos peças de oposição, à semelhança de Arena Canta Zumbi, de Guarnieri e as de Augusto Boal e Plínio Marcos.
Perseguido ainda porque, quando da prisão dos principais líderes estudantis no Congresso de Ibiuna, fui o único orador da manifestação da Praça da República, com foto na primeira página do jornal Diário da Noite, violentamente reprimida. No dia seguinte a polícia invadiu o Jornal do Brasil à minha procura, prendeu cinco de meus colegas e
perdi o emprego. Tentaram me prender no edífício da História e Geografia, na invasão policial do Crusp, na PUC, na Praça da República, prendendo um familiar menor encapuzado, seguindo minhas irmãs, torturando meus amigos e namorada. Inviabilizaram assim minha vida pessoal, civil, profissional e acadêmica.
Eis o que a República é hora obrigada a restituir, por dispositivo Constitucional.
Perseguido ainda porque, enquanto secundarista no interior, em Itapetininga, promoviamos palestras, um programa de rádio (Meia hora do estudante), a peça de minha autoria Cacos Catados ao Acaso e numerosas palestras com convidados da oposição ao regime militar,
através do Grêmio Estudantil Fernando Prestes de Albuquerque e do Centro Cutural de Itapetininga, que reunia todas as correntes, comunistas, nacionalistas, católicos da teologia da libertação, socialistas, democratas, alguns maçons, protestantes de obediências
européias não evangélicos, etc. Porque promovemos a passeata do silêncio quando da morte de um estudante de medicina no Rio de Janeiro no Restaurante Universitário Calabouço.
Pretendo utilizar esta indenização, até o final da minha vida, para fins socioculturais, socioambientais e priorizando a criação de maior igualdade de oportunidades, pela liberdade, "garantindo a palavra ao que pensa diferente", como diriam Rosa de Luxemburgo e Stuart Mill.
Minha prioridade será a EACH USP Leste, o PROLAM, que será a primeira pós da EACH, e trabalhar ainda numa outra pós, com o título provisório de Sociedade e Natureza e Políticas Públicas. Procurarei viajar à Europa, onde passei 11 anos e meio exilado, e aos EUA, onde estive várias vezes como consultor do Banco Mundial e do PNUD em países
latino-americanos Latina, viajar pela América Latina, promovendo convênios da EACH/PROLAM para facilitar intercâmbio aos nossos alunos.
E trabalhar para o fortalecimento dos dois grupos de pesquisa a que estou ligado (portas abertas a todos os docentes e alunos interessados), o IAMÁ - Instituto de Antropologia e Meio Ambiente 1987-08 - comemorando 22 anos, coordenado pela Dra Miriam Lazarotti, advogada e o PPSE Processos Político Sociais e Exclusão, comemorando doze anos de existência, atualmente em cooperação entre a EACH e a UNESP/FFC, com projetos de pesquisa e de serviços à sociedade.
Estou preparando com um grupo de estudantes textos para o Forum Social Mundial sobre a Água e a Biossociodiversidade, ver meu artigo no scielo.
Estou aberto a orientar como tutor, em IC, TCC, Acesso ao Mestrado, Mestrado, Acesso ao Doutorado e Doutorado.
abs a tod@s,
ps: espero que minha geração tenha deixado um grande legado às novas gerações. Perdi 31 amigos pessoais sobre tortura, dentre centenas de mortos e milhares de torturados e exilados, uma amiga morta enlouquecida, outra com olhos e boca arrancadas, outra com rato na vagina.
Que isto nunca mais se repita entre nós, é nossa meta em direitos humanos, combinando-se com a luta principal, contra a miséria, a ser superada através da liberdade.
Mauro Leonel
Texto Foda!
ResponderExcluirParabéns por reenviar esse texto. Jamais poderá ser esquecido.
ResponderExcluirViva a liberdade!
Já é mais que hora de nós EACHeanos tomarmos as rédeas.
Viva Mauro Leonel!
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